quinta-feira, 10 de julho de 2014

ONU apresenta ações específicas para frear aquecimento global.

A ONU apresentou nesta terça-feira (8/7) um relatório encomendado a analistas internacionais que detalha ações específicas que devem ser aplicadas pelos países para manter o aquecimento global abaixo dos 2 graus centígrados.
O documento é uma tentativa de estabelecer objetivos claros para as negociações sobre a mudança climática do próximo ano e procura facilitar as vias para que a comunidade internacional cumpra os objetivos já fixados.
“O mundo se comprometeu a limitar o aquecimento abaixo dos 2 graus, mas não se comprometeu com as formas práticas para cumprir esse objetivo”, explicou o pesquisador da Universidade de Colúmbia e um dos responsáveis pelo relatório, Jeffrey Sachs.
Segundo os autores do texto, alcançar esta meta exige uma “enorme transformação”, mas é possível se os países se comprometerem.
A estratégia que propõem se baseia em três pilares: uma maior eficiência energética em todos os setores, o impulso de fontes renováveis e da energia nuclear para a produção de eletricidade e a substituição dos combustíveis fósseis em transporte, calefação e indústria.
Os cientistas consideram que uma mudança das temperaturas globais acima dos 2 graus poderiam provocar problemas graves e irreversíveis na Terra.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, assistiu a apresentação do relatório e pediu que os governos adotem medidas contundentes.

Ban lembrou que os países podem usar diferentes combinações para alcançar estes objetivos, mas ressaltou que “todos devem embarcar na mesma viagem” para combater a mudança climática. (Fonte: ONU – BR).

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Florestas podem reduzir pobreza e promover desenvolvimento rural, diz FAO.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) na segunda-feira (23/06) salientou o importante papel das florestas na redução da pobreza e na promoção do desenvolvimento, apelando aos governos que apostem em políticas que potenciem estas contribuições.
Em relatório apresentado na segunda-feira em Roma, por ocasião da 22ª Sessão do Comitê da FAO para as Florestas, a organização internacional defendeu que os países devem apostar em políticas destinadas a manter e a potencializar as contribuições das florestas para os meios de subsistência, a alimentação, a saúde e a energia. Para isso, a FAO defende que os países devem colocar “as pessoas no centro das políticas florestais”.
O documento, intitulado O Estado das Florestas do Mundo (Sofo, da sigla em itálico), salienta que “uma parte significativa da população mundial depende, muitas vezes em grande medida, dos produtos florestais para satisfazer as suas necessidades básicas de energia, habitação e alguns aspectos de cuidados de saúde primários”.
“Esta edição do Sofo incide sobre os benefícios socioeconômicos provenientes das florestas. É impressionante ver como as florestas contribuem para as necessidades básicas e os meios de vida rurais. As florestas também sequestram carbono e preservam a biodiversidade”, afirmou o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, citado na mesma nota informativa.
No entanto, o relatório concluiu que, em muitos casos, estes benefícios socioeconômicos, que passam pela redução da pobreza, pelo desenvolvimento rural e pela criação de economias mais verdes, “não são abordados de forma adequada pelas políticas florestais”.
O documento alerta igualmente que o papel das florestas para a segurança alimentar, considerado pela FAO como “essencial”, também é frequentemente esquecido.

“Deixem-me dizer isto claramente: não podemos garantir a segurança alimentar ou o desenvolvimento sustentável sem a preservação e a utilização responsável dos recursos florestais”, reforçou José Graziano da Silva. (Fonte: Agência Brasil).

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Um passo a frente para novo acordo de clima

Tasso Azevedo - 16/06/2014, Planeta Sustentável.
Terminou neste sábado, 15/6, em tom surpreendentemente otimista mais uma rodada de reuniões de formulação e negociação do novo acordo sobre mudanças climáticas que reuniu durante duas semanas, em Bonn, na Alemanha, delegados de 185 países, além de representantes organismos internacionais e mais de duas centenas de organizações não-governamentais. A rodada de reuniões aconteceu sob o impacto positivo das últimas iniciativas anunciadas na China e nos EUA, com compromissos unilaterais de mitigação de emissões.
Os dois países que respondem juntos por cerca de 1/3 das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) e sua movimentação durante o encontro parecem ter injetado uma pitada de otimismo com relação ao nível de ambição que pode ser alcançado no novo acordo global.
Apesar da realização de uma série de eventos paralelos como as reuniões do SBSTA (Subsidiary Body for Scientific and Technological Advice) e o SBI (Subsidiary Board of Implementation), as atenções voltaram-se principalmente para as reuniões do Grupo de Trabalho da Plataforma de Durban (ADP) que tem dois mandados: – desenvolver protocolo, outro instrumento com força legal nos termos da Convenção aplicável a todas as partes, para ser concluído até 2015, a fim de que ela seja aprovada na 21ª sessão da Conferência das Partes (COP) e para que possa entrar em vigor e ser implementada a partir de 2020; e – identificar e explorar opções para fechar a lacuna de ambição das ações de mitigação até 2020 e a necessidade de redução das emissões requerida pela ciência.
O avanço das negociações e o clima favorável em Bonn permitiram acordar que uma primeira versão do documento – com a proposta de elementos para o novo acordo global de clima – seja proposta e apresentada para negociação pelos presidentes do grupo de trabalho em julho próximo, de forma que o debate possa ser adiantado e permita que, na COP 20, a ser realizada no Peru em dezembro, possamos efetivamente chegar à estrutura e aos elementos do novo acordo. Um dos pontos fundamentais para se chegar ao acordo em 2015 é a compatibilização do nível de ambição dos países para contribuir com a mitigação das emissões, a adaptação e o financiamento das ações nos países em desenvolvimento.
Até 31 de março de 2015, os países devem submeter suas contribuições voluntárias de forma que se tenha tempo de avaliar a lacuna existente entre a soma das contribuições dos países e a necessidade prevista pelos cenários da ciência, descritos no 5º Relatório do IPCC, que terá sua última parte lançada em outubro próximo. Para que esta análise seja possível, é fundamental que as ações dos países sejam consistentes e comparáveis entre si e, portanto, é imprescindível que se acorde um conjunto de parâmetros de conteúdo e formato. Esta conversa começou a avançar nas duas últimas semanas em Bonn e os sinais são alvissareiros para um bom acordo sobre estes parâmetros, durante a COP20.

Outro destaque da semana em Bonn foram os eventos de debate sobre as ações que podem ser feitas pelas cidades e no uso do solo para mitigar as emissões. Neste tema, o Brasil se destacou, sendo o primeiro país a protocolar estudo completo sobre como medir a redução de emissões por desmatamento e degradação florestal.

                                  Tabela com as datas dos eventos importantes

domingo, 20 de abril de 2014

PUBLICIDADE DIRIGIDA ÀS CRIANÇAS DEVE ACABAR IMEDIATAMENTE (ALANA)


Publicada no Diário Oficial da União, Resolução 163 do Conanda, de 13 de março de 2014, considera abusiva toda publicidade direcionada às crianças. 
O texto diz que “a prática do direcionamento de publicidade e comunicação mercadológica à criança com a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço” é abusiva e, portanto, ilegal segundo o Código de Defesa do Consumidor.
A resolução lista os seguintes aspectos que caracterizam a abusividade:
-       linguagem infantil, efeitos especiais e excessos de cores;
-       trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança;
-       representação de criança;
-       pessoas ou celebridades com apelo ao público infantil;
-       personagens ou apresentadores infantis;
-       desenho animado ou de animação;
-       bonecos ou similares;
-       promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil;
-       promoção com competições ou jogos com apelo ao público infantil.
Com a resolução, a partir de hoje fica proibido o direcionamento à criança de anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, banners e sites, embalagens, promoções, merchandising, ações em shows e apresentações e nos pontos de venda.
O texto versa também sobre a abusividade de qualquer publicidade e comunicação mercadológica no interior de creches e escolas de educação infantil e fundamental, inclusive nos uniformes escolares e materiais didáticos.
Para o Conanda, composto por entidades da sociedade civil e ministérios do governo federal, a publicidade infantil fere o que está previsto na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código de Defesa do Consumidor.
O Instituto Alana integra o Conanda, na condição de suplente, e contribuiu junto aos demais conselheiros na elaboração e aprovação desse texto.

“A partir de agora, temos que fiscalizar as empresas para que redirecionem ao público adulto toda a comunicação mercadológica que hoje tem a criança como público-alvo, cumprindo assim o que determina a resolução do Conanda e o Código de Defesa do Consumidor”, afirma Pedro Affonso Hartung, conselheiro do Conanda e advogado do Instituto Alana. “É um momento histórico. Um novo paradigma para a promoção e proteção dos direitos da criança e do adolescente no Brasil”, comemora o instituto Alana.

É uma vitoria muito importante contra os abusos da publicidade infantil e principalmente no consumismo das crianças que cresce em proporções assustadoras no Brasil. Estaremos discutindo mais a fundo com postagens de outros artigos sobre o assunto. Aguardem...

sábado, 5 de abril de 2014

Brasil se torna referência mundial no combate ao aquecimento global

O Brasil se tornou um dos países mais preparados no combate aos avanços e impactos do aquecimento global. O relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) divulgado em Yokohama, no Japão, revelou que todas as nações estão sujeitas aos efeitos do possível aumento da temperatura global. As medidas e políticas adotadas ao longo dos anos em território nacional, no entanto, colocam o Brasil em papel de destaque diante da comunidade internacional.

A queda nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) demonstra essa liderança. Sozinho, o Brasil reduziu, em 2010, o dobro dos índices verificados por todos os países desenvolvidos, agrupados no Anexo 1 do Protocolo de Kyoto, acordo internacional que estabelece metas de corte na liberação de gases na atmosfera. Além disso, a redução de GEE gerada pelo controle do desmatamento em apenas um ano equivale às emissões totais anuais de locais como a Espanha e o Reino Unido.

Batizado de Sumário para os Formuladores de Políticas, o relatório do IPCC enfatiza que as mudanças climáticas poderão afetar e trazer prejuízos para o mundo todo. A pesquisa feita por representantes de diversas nacionalidades, inclusive brasileiros, atenta para os impactos tanto ambientais quanto humanos. “É um questão global que tem de ser tratada seriamente pelas Nações Unidas”, salienta o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Klink. “Mesmo os países que estão bastante preparados vão sofrer as consequências”.

Adaptação - O relatório do IPCC destaca, entre outros aspectos, medidas de adaptação como os acordos de cooperação e as ações voltadas para a agropecuária desenvolvidas na América do Sul. No Brasil, as iniciativas incluem investimentos como os do Fundo Amazônia e do Fundo Clima e a adoção de nove planos setoriais de mitigação e adaptação em setores variados, entre eles indústria, transportes e controle de desmatamento na Amazônia e no Cerrado.

Além disso, deve ser concluído, até o fim do ano, o Plano Nacional de Adaptação, compilado de ações em 10 áreas. Saúde pública e prevenção de desastres naturais são alguns dos temas que integrarão o plano e já se encontram em execução. “Está sendo feito um mapeamento de vulnerabilidade e de quais as metodologias, os custos e projeções econômicas para essas questões”, explica Klink.

A participação popular será fundamental no processo. Depois de submetida e aprovada pelo Grupo Executivo (GEx) do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM), a primeira versão do Plano Nacional de Adaptação passará por consulta pública. “Ao trabalhar a adaptação, é preciso considerar a vulnerabilidade econômica e social e a resiliência, um conceito novo para o público”, observa o secretário.


Saiba mais – Apesar de ser considerado um fenômeno natural, o efeito estufa tem sofrido alterações que se tornaram as causadoras do aquecimento global. As mudanças decorrem do aumento descontrolado das emissões de gases de efeito estufa, entre eles o dióxido de carbono e o metano. A liberação dessas substâncias na atmosfera ocorre por conta de diversas atividades humanas e econômicas, entre elas o transporte, o desmatamento, a agricultura e a pecuária. (Fonte: MMA)

sexta-feira, 7 de março de 2014

TEA Brasil contribui com o projeto Padrões de Atendimento Fiat na concessionária da Vime de Guaxupé e São José do Rio Pardo.

PADRÕES DE ATENDIMENTO FIAT.
Nestes novos tempos, alguns paradigmas se fazem presentes como o foco do cliente, segmentação de mercado, o atendimento às necessidades de cada tipo de cliente, a qualidade dos serviços prestados (respostas rápidas as suas solicitações) e a valorização do potencial humano das concessionárias, são fatores preponderantes ao objetivo que todos desejam alcançar, que é o sucesso e a continuidade do negócio concessionária FIAT.
O projeto é um modelo de gestão desenvolvido pela FIAT do Brasil e implantado na rede de concessionárias FIAT. Visa implantar o modelo de Gestão por Processos e tem como foco o atendimento, a qualidade e a lucratividade.
Utiliza o SQF (Sistema de Qualidade Fiat), como ferramenta metodológica e suporte, especialmente desenvolvida para ser utilizada na implantação do projeto. Atua através de melhoria contínua e tem como fator de sustentabilidade os bons resultados obtidos, concretizando assim, o ciclo de vida do cliente.
O Blog TEA Brasil contribuiu através de palestras na parte ambiental do projeto.

MACRO PROCESSO DO MEIO AMBIENTE

Objetivo
Tem o objetivo de melhorar a qualidade dos processos, atendimento e serviços de forma sustentável ao longo do tempo, introduzindo os conceitos ambientais na Rede de Concessionárias.
A concessionária necessita preocupar com a qualidade do seu ambiente proporcionando um local agradável para seus funcionários e clientes.
A concessionária necessita possuir um sistema de coleta seletiva, racionalizar o uso dos recursos energéticos,  racionalizar o uso dos recursos hídricos e promover ações relacionadas à preocupação com o meio ambiente.
A COMO:
 Criar cartilhas para distribuição ao público.
 Produzir pequenos sacos de lixos para colocação dentro dos veículos.
 Criar faixas, cartazes e outdoor valorizando o meio ambiente, nas datas comemorativas.
 Promover, ações periodicamente, com doação de mudas de espécies nativas;

Promover palestras sobre os principais temas ambientais em discussão (efeito estufa, aquecimento global, desmatamento etc). Concessionária necessita desenvolver práticas de educação ambiental.   Palestras – TEABrasil.

Fotos das palestras:

São José do Rio Pardo - SP













Guaxupé MG




sábado, 11 de janeiro de 2014

PARTICIPEM DESSA LUTA.

Dentre as pessoas que provaram álcool, o porcentual de adolescentes que confessaram ter bebido nos últimos 12 meses é maior do que o número de adultos, 71% e 64%, respectivamente. Enquanto a maioria dos jovens de 16 e 17 anos bebe geralmente na companhia de amigos, é com a família que 44% dos adolescentes de 12 e 13 anos costumam ingerir as bebidas alcoólicas. A pesquisa mostra que a idade do primeiro gole é cada vez mais cedo. Os adultos confessam que começaram a beber com 15 anos, os adolescentes reconheceram que, na média, iniciaram com quase 14 anos. Mas admitem que deveriam começar a beber só depois da maioridade.

Um dos motivos está na mídia, pois a restrição para a publicidade só é aplicada às bebidas com teor alcoólico superior a 13 graus Gay-Lussac. As cervejas em especial são as principais beneficiárias, e as crianças e jovens arcam com as consequências dessa superexposição.

Fonte: Alana.

Para pressionar o congresso assine a petição no link: